sexta-feira, 19 de abril de 2013

ANATOMIA


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        O site ¨Aula de Anatomia¨ é um espaço virtual onde alunos, professores,  profissionais da saúde e demais interessados podem encontrar tudo sobre a anatomia humana, trata-se do site de anatomia mais visitado do Brasil. Para você ter ideia do conteúdo, postamos abaixo uma transcrição da história da anatomia humana, capturada do site.

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História da Anatomia



"Ao te curvares com a rígida lâmina de teu bisturi sobre o cadáver desconhecido, lembra-te que este corpo nasceu do amor de duas almas, cresceu embalado pela fé e pela esperança daquela que em seu seio o agasalhou. Sorriu e sonhou os mesmos sonhos das crianças e dos jovens. Por certo amou e foi amado, esperou e acalentou um amanhã feliz e sentiu saudades dos outros que partiram. Agora jaz na fria lousa, sem que por ele se tivesse derramado uma lágrima sequer, sem que tivesse uma só prece. Seu nome, só Deus sabe. Mas o destino inexorável deu-lhe o poder e a grandeza de servir à humanidade. A humanidade que por ele passou indiferente"


(Rokitansky, 1876)


 



O conhecimento anatômico do corpo humano data de quinhentos anos antes de Cristo no sul da Itália com Alcméon de Crotona, que realizou dissecações em animais. Pouco tempo depois, um texto clínico da escola hipocrática descobriu a anatomia do ombro conforme havia sido estudada com a dissecação. Aristóteles mencionou as ilustrações anatômicas quando se referiu aos paradigmas, que provavelmente eram figuras baseadas na dissecação animal. No século III A.C., o estudo da anatomia avançou consideravelmente na Alexandria. Muitas descobertas lá realizadas podem ser atribuídas a Herófilo e Erasístrato, os primeiros que realizaram dissecações humanas de modo sistemático. A partir do ano 150 A..C. a dissecação humana foi de novo proibida por razões éticas e religiosas. O conhecimento anatômico sobre o corpo humano continuou no mundo helenístico, porém só se conhecia através das dissecações em animais. No século II D.C., Galeno dissecou quase tudo, macacos e porcos, aplicando depois os resultados obtidos na anatomia humana, quase sempre corretamente; contudo, alguns erros foram inevitáveis devido à impossibilidade de confirmar os achados em cadáveres humanos. Galeno desenvolveu assim mesmo a doutrina da "causa final", um sistema teológico que requeria que todos os achados confirmassem a fisiologia tal e qual ele a compreendia.

Porém não chegaram até nós as ilustrações anatômicas do período clássico, sendo as "séries de cinco figuras" medievais dos ossos, veias, artérias, órgãos internos e nervos são provavelmente cópias de desenhos anteriores. Invariavelmente, as figuras são representadas numa posição semelhante a de uma rã aberta, para demonstrar os diversos sistemas, às vezes, se agrega uma sexta figura que representa uma mulher grávida e órgãos sexuais masculinos ou femininos. Nos antigos baixos-relevos, camafeus e bronzes aparecem muitas vezes representações de esqueletos e corpos encolhidos cobertos com a pele (chamados lêmures), de caráter mágico ou simbólico mais que esquemático e sem finalidade didática alguma.

Parece que o estudo da anatomia humana recomeçou mais por razões práticas que intelectuais. A guerra não era um assunto local e se fez necessário dispor de meios para repatriar os corpos dos mortos em combate. O embalsamento era suficiente para trajetos curtos, mas as distâncias maiores como as Cruzadas introduziram a prática de "cocção dos ossos". A bula pontifica De sepulturis de Bonifácio VIII (1300), que alguns historiadores acreditaram equivocadamente proibir a dissecção humana, tentava abolir esta prática. O motivo mais importante para a dissecação humana, foi o desejo de saber a causa da morte por razões essencialmente médico-legais, de averiguar o que havia matado uma pessoa importante ou elucidar a natureza da peste ou outra enfermidade infecciosa.

O verbo "dissecar" era usado também para descrever a operação cesariana cada vez mais freqüente. A tradição manuscrita do período medieval não se baseou no mundo natural. As ilustrações anteriores eram aceitas e copiadas. Em geral, a capacidade dos escritores era limitada e ao examinar a realidade natural, introduziram pelo menos alguns erros, tanto de conceito como de técnica. As coisas "eram vistas" tal qual os antigos e as ilustrações realistas eram consideradas como um curto-circuito do próprio método de estudo.


A anatomia não era uma disciplina independente, mas um auxiliar da cirurgia, que nessa época era relativamente grosseira e reunia sobre todo conhecer os pontos apropriados para a sangria. Durante todo o tempo que a anatomia ostentou essa qualidade oposta à prática, as figuras não-realistas e esquemáticas foram suficientes.

O primeiro livro ilustrado com imagens impressas mais do que pintadas foi a obra de Ulrich Boner Der Edelstein. Foi publicada por Albrecht Plister em Banberg depois de 1460 e suas ilustrações foram algo mais que decorações vulgares. Em 1475, Konrad Megenberg publicou seu Buch der Natur, que incluía várias gravuras em madeira representando peixes, pássaros e outros animais, assim como plantas diversas. Essas figuras, igual a muitas outras pertencentes a livros sobre a natureza e enciclopédias desse período, estão dentro da tradição manuscrita e são dificilmente identificáveis.

Dentre os muitos fatores que contribuíram para o desenvolvimento da técnica ilustrativa no começo do século XVI, dois ocuparam lugar destacado: o primeiro foi o final da tradição manuscrita consistente em copiar os antigos desenhos e a conversão da natureza em modelo primário. Chegou-se ao convencimento de que o mais apropriado para o homem era o mundo natural e não a posteridade. O escolasticismo de São Tomás de Aquino havia preparado inadvertidamente o caminho através da separação entre o mundo natural e o sobrenatural, prevalecendo a teologia sobre a ciência natural. O segundo fator que influiu no desenvolvimento da ilustração científica para o ensino foi a lenta instauração de melhores técnicas. No começo os editores, com um critério puramente quantitativo, pensaram que com a imprensa poderiam fazer grande quantidade de reproduções de modo fácil e barato. Só mais tarde reconheceram a importância que cada ilustração fosse idêntica ao original. A capacidade para repetir exatamente reproduções pictórica, daquilo que se observava, constituiu a característica distinta de várias disciplinas científicas, que descartaram seu apoio anterior à tradição e aceitação de uma metodologia, que foi descritiva no princípio e experimental mais tarde.


As primeiras ilustrações anatômicas impressas baseiam-se na tradição manuscrita medieval. O Fasciculus medicinae era uma coleção de textos de autores contemporâneos destinada aos médicos práticos, que alcançou muitas edições. Na primeira (1491) utilizou-se a xilografia pela primeira vez, para figuras anatômicas. As ilustrações representam corpos humanos mostrando os pontos de sangria, e linhas que unem a figura às explicações impressas nas margens. As dissecações foram desenhadas de uma forma primitiva e pouco realista.

Na Segunda edição (1493), as posições das figuras são mais naturais. Os textos de Hieronymous Brunschwig (cerca de 1450-1512) continuaram utilizando ilustrações descritivas. O capítulo final de uma obra de Johannes Peyligk (1474-1522) consiste numa breve anatomia do corpo humano como um todo, mas as onze gravuras de madeira que inclui são algo mais que representações esquemáticas posteriores dos árabes. Na Margarita philosophica de George Reisch (1467-1525), que é uma enciclopédia de todas as ciências, forma colocadas algumas inovações nas tradicionais gravuras em madeira e as vísceras abdominais são representadas de modo realista.


Além desses textos anatômicos destinados especificamente aos estudantes de medicina e aos médicos, foram impressas muitas outras páginas com figuras anatômicas, intituladas não em latim (como todas as obras para médicos), mas sim em várias línguas vulgares. Houve um grande interesse, por exemplo, na concepção e na formação do feto humano. O uso freqüente da frase "conhece-te a ti mesmo" fala da orientação filosófica e essencialmente não médica. A "Dança da Morte" chegou a ser um tema muito popular, sobretudo nos países de língua germânica, após a Peste Negra e surpreendentemente, as representações dos esqueletos e da anatomia humana dos artistas que as desenharam são melhores que as dos anatomistas.

Os artistas renascentistas do século XV se interessavam cada vez mais pelas formas humanas, e o estudo da anatomia fez parte necessária da formação dos artistas jovens, sobretudo no norte da Itália.

Leonardo da Vinci (1452-1519) foi o primeiro artista que considerou a anatomia além do ponto de vista meramente pictórico. Fez preparações que logo desenhou, das quais são conservadas mais de 750, e representam o esqueleto, os músculos, os nervos e os vasos. As ilustrações foram completadas muitas vezes com anotações do tipo fisiológico. A precisão de Leonardo é maior que a de Vesalio e sua beleza artística permanece inalterada. Sua valorização correta da curvatura da coluna vertebral ficou esquecida durante mais de cem anos. Representou corretamente a posição do fetus in utero e foi o primeiro a assinalar algumas estruturas anatômicas conhecidas. Só uns poucos contemporâneos viram seus folhetos que, sem dúvida, não foram publicados até o final do século passado.


Michelangelo Buonarotti (1475-1564) passou pelo menos vinte anos adquirindo conhecimentos anatômicos através das dissecações que praticava pessoalmente, sobretudo no convento de Santo Espírito de Florença. Posteriormente expôs a evolução a que esteve sujeito, ao considerar a anatomia pouco útil para o artista até pensar que encerrava um interesse por si mesma, ainda que sempre subordinada à arte.

Albrecht Dürer (1471-1528) escreveu obras de matemática, destilação, hidráulica e anatomia. Seu tratado sobre as proporções do corpo humano foi publicado após sua morte. Sua preocupação pela anatomia humana era inteiramente estética, derivando em último extremo um interesse pelos cânones clássicos, através dos quais podia adquirir-se a beleza.

Com a importante exceção de Leonardo, cujos desenhos não estiveram ao alcance dos anatomistas do século XVII, o artista do Renascimento era anatomista só de maneira secundária. Ainda foram feitas importantes contribuições na representação realista da forma humana (como o uso da perspectiva e do sombreado para sugerir profundidade e tridimensionalidade), e os verdadeiros avanços científicos exigiam a colaboração de anatomistas profissionais e de artistas. Quando os anatomistas puderam representar de modo realista os conhecimentos anatômicos corretos, se iniciou em toda Europa um período de intensa investigação, sobretudo no norte da Itália e no sul da Alemanha. O melhor representante deste grupo é Jacob Berengario da Capri (+1530), autor dos Commentaria super anatomica mundini (1521), que contém as primeiras ilustrações anatômicas tomadas do natural. Em 1536, Cratander publicou em Basiléia uma edição das obras de Galeno, que incluía figuras, especialmente de osteologia, feitas de um modo muito realista. A partir de uma data tão cedo como 1532, Charles Estienne preparou em Paris uma obra em que ressaltava a completa representação pictórica do corpo humano.


VESÁLIO



Uma das primeiras e mais acertada solução para uma reprodução perfeita das representações gráficas foi encontrada nas ilustrações publicadas nos tratados anatômicos de Andrés Vesálio (1514-1564), que culminou com seu De humanis corpori, fabricada em 1553, um dos livros mais importantes da história do homem. Vesálio comprovou também que não são iguais em todos os indivíduos. Relatou sua surpresa ao encontrar inúmeros erros nas obras de Galeno, e temos que ressaltar a importância de sua negativa em aceitar algo só por tê-lo encontrado nos escritos do grande médico grego. Sem dúvida, apesar de ter desmentido a existência dos orifícios que Galeno afirmava existir comunicando as cavidades cardíacas, foi de todas as maneiras um seguidor da fisiologia galênica. Foram engrandecidas as diferenças que separavam seu conhecimento anatômico do de Galeno, começando pelo próprio Vesálio.



Talvez pensasse que uma polêmica era um modo de chamar atenção. Manteve depois uma disputa acirrada com seu mestre Jacques du Bois (ou Sylvius, na forma latina), que foi um convencido galenista cuja única resposta, ante as diferenças entre algumas estruturas tal como eram vistas por Vesálio e como as havia descrito Galeno, foi que a humanidade devia tê-lo mudado durante esses dois séculos.

Vesálio tinha atribuído o traçado das primeiras figuras a um certo Fleming, mas na Fabrica não confiou em ninguém, e a identidade do artista ou artistas que colaboraram na sua obra tem sido objeto de grande controvérsia, que se acentuou ante a questão de quem é mais importante, se o artista ou o anatomista. Essa última foi uma discussão não pertinente, já que é óbvio que as ilustrações são importantes precisamente porque juntam uma combinação de arte e ciência, uma colaboração entre o artista e o anatomista. As figuras da Fabrica implicam em tantos conhecimentos anatômicos que forçosamente Vesálio devia participar na preparação dos desenhos, ainda que o grau de refinamento e do conhecimento de técnicas novas de desenho, também para os artistas do Renascimento, excluem também que fora o único responsável. Até hoje é discutido se Jan Stephan van Calcar (1499-1456/50), que fez as primeiras figuras e trabalhou no estúdio de Ticiano na vizinha Veneza, era o artista. De qualquer maneira, havia-se encontrado uma solução na busca de uma expressão pictórica adequada aos fenômenos naturais.

No século XVII foram efetuadas notáveis descobertas no campo da anatomia e da fisiologia humana. Francis Glisson (1597-1677) descreveu em detalhes o fígado, o estômago e o intestino. Apesar de seus pontos de vista sobre a biologia serem basicamente aristotélicos, teve também concepções modernas, como a que se refere aos impulsos nervosos responsáveis pelo esvaziamento da vesícula biliar.

Thomas Wharton (1614-1673) deu um grande passo ao ultrapassar a velha e comum idéia de que o cérebro era uma glândula que secretava muco (sem dúvida, continuou acreditando que as lágrimas se originavam ali). Wharton descreveu as características diferenciais das glândulas digestivas, linfáticas e sexuais. O conduto de evacuação da glândula salivar submandibular conhece-se como conduto de Wharton. Uma importante contribuição foi distinguir entre glândulas de secreção interna (chamadas hoje endócrinas), cujo produto cai no sangue, e as glândulas de secreção externa (exócrinas), que descarregam nas cavidades.

Niels Steenson, em 1611, estabeleceu a diferença entre esse tipo de glândula e os nódulos linfáticos (que recebiam o nome de glândula apesar de não fazer parte do sistema). Considerava que as lágrimas provinham do cérebro. A nova concepção dos sistemas de transporte do organismo que se obteve graças às contribuições de muitos investigadores ajudou a resolver os erros da fisiologia galênica referentes à produção de sangue.


Gasparo Aselli (1581-1626) descobriu que após a ingestão abundante de comida o peritônio e o intestino de um cachorro se cobriam de umas fibras brancas que, ao serem seccionadas, extravasavam um líquido esbranquiçado. Tratava-se dos capilares quilíferos. Até a época de Harvey se pensava que a respiração estimulava o coração para produzir espíritos vitais no ventrículo direito. Harvey, porém, demonstrou que o sangue nos pulmões mudava de venoso para arterial, mas desconhecia as bases desta transformação. A explicação da função respiratória levou muitos anos, mas durante o século XVII foram dados passos importantes para seu esclarecimento.

Robert Hook (1635-1703) demonstrou que um animal podia sobreviver também sem movimento pulmonar se inflássemos ar nos pulmões.

Richard Lower (1631-1691) foi o primeiro a realizar transfusão direta de sangue, demonstrando a diferença de cor entre o sangue arterial e o venoso, a qual se devia ao constato com o ar dos pulmões.

John Mayow (1640-1679) afirmou que a vermelhidão do sangue venoso se devia à extração de alguma substância do ar. Chegou à conclusão de que o processo respiratório não era mais que um intercâmbio de gases do ar e do sangue; este cedia o espírito nitroaéreo e ganhava os vapores produzidos pelo sangue.

Em 1664 Thomas Willis (1621-1675) publicou De Anatomi Cerebri (ilustrado por Christopher Wren e Richard Lower), sem dúvida o compêndio mais detalhado sobre o sistema nervoso. Seus estudos anatômicos ligaram seu nome ao círculo das artérias da base do cérebro, ao décimo primeiro par craniano e também a um determinado tipo de surdez. Contudo, sua obsessão em localizar no nível anatômico os processos mentais o fez chegar a conclusões equívocas; entre elas, que o cérebro controlava os movimentos do coração, pulmões, estômago e intestinos e que o corpo caloso era assunto da imaginação.

A partir de então, o desenvolvimento da anatomia acelerou-se. Berengario da Carpi estudou o apêndice e o timo, e Bartolomeu Eustáquio os canais auditivos. A nova anatomia do Renascimento exigiu a revisão da ciência. O inglês William Harvey, educado em Pádua, combinou a tradição anatômica italiana com a ciência experimental que nascia na Inglaterra. Seu livro a respeito, publicado em 1628, trata de anatomia e fisiologia. Ao lado de problemas de dissecação e descrição de órgãos isolados, estuda a mecânica da circulação do sangue, comparando o corpo humano a uma máquina hidráulica. O aperfeiçoamento do microscópio (por Leeuwenhoek) ajudou Marcello Malpighi a provar a teoria de Harvey, sobre a circulação do sangue, e também a descobrir a estrutura mais íntima de muitos órgãos. Introduzia-se, assim, o estudo microscópico da anatomia. Gabriele Aselli punha em evidência os vasos linfáticos; Bernardino Genga falava, então, em “anatomia cirúrgica”.

Nos séculos XVIII e XIX, o estudo cada vês pormenorizado das técnicas operatórias levou à subdivisão da anatomia, dando-se muita importância à anatomia topográfica. O estudo anatômico-clínico do cadáver, como meio mais seguro de estudar as alterações provocadas pela doença, foi introduzido por Giovan Battista Morgani. Surgia a anatomia patológica, que permitiu grandes descobertas no campo da patologia celular, por Rudolf Virchow, e dos agentes responsáveis por doenças infecciosas, por Pasteur e Koch.

Recentemente, a anatomia tornou-se submicroscópica. A fisiologia, a bioquímica, a microscopia eletônica e positrônica, as técnicas de difração com raios X, aplicadas ao estudo das células, estão descrevendo suas estruturas íntimas em nível molecular.

Hoje em dia há a possibilidade de estudar anatomia mesmo em pessoas vivas, através de técnicas de imagem como a radiografia, a endoscopia, a angiografia, a tomografia axial computadorizada, a tomografia por emissão de positrões, a imagem de ressonância magnética nuclear, a ecografia, a termografia e outras.


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domingo, 14 de abril de 2013

BANCO DE REVISTAS CIENTÍFICAS

Tenha acesso online as principais revistas e artigos científicos nacionais e internacionais. Disponíveis para Download no site. 




Clique nos links acima das imagens para ser direcionado automáticamente a página da revista.

    A Revista da Biologia publica textos de todas as áreas da Biologia, abordando questões gerais (ensaios e revisões) e específicas (artigos experimentais originais, descrição detécnicas e resumos expandidos).
   Há espaço também para perspectivas pessoais sobre questões biológicas com relevância social e politica (opinião).
   A Revista da Biologia é gratuita e exclusivamente on-line. Sua reprodução é permitida desde que seja dado crédito.



   Química Nova publica artigos com resultados originais de pesquisa, trabalhos de revisão, divulgação de novos métodos ou técnicas, educação e assuntos gerais em português, espanhol e inglês. Os artigos submetidos à revista são avaliados por consultores ad hoc (do Brasil e exterior) especialistas na área envolvida e que eventualmente podem pertencer ao Conselho Editorial. A edição de Química Nova está a cargo de um corpo editorial e suas linhas gerais e planejamento de longo prazo estão sob responsabilidade dos Editores e do Conselho Editorial. Química Nova é uma publicação bimestral, distribuída gratuitamente a todos os sócios ativos da SBQ.

   O título abreviado que deve ser usado para fins de citação é: Quim. Nova.

Fonte: SBQ




A Revista Brasileira de Ensino de Bioquímica e Biologia Molecular (RBEBBM) está com novo título: Revista de Ensino de Bioquímica (REB). A revista foi reestruturada visando a ampliação de sua abrangência geográfica e ampliação da comunidade envolvida com ensino e investigação em ensino de Bioquímica.

Como parte desta reestruturação, a REB foi desenvolvida em um ambiente totalmente novo, que recebeu todos os artigos publicados anteriormente na RBEBBM. A REB passará, a partir de agora, a receber artigos para publicação redigidos em português ou espanhol.

Fonte:SBBQ







REVISTA COM CIÊNCIA (SBPC)

    A revista ComCiência é uma publicação eletrônica mensal gratuita que trata de assuntos relacionados a todas as áreas das ciências. A cada mês, a revista aborda um tema específico, com reportagens e artigos relacionados ao assunto. Possui ainda uma seção de notícias que, desde agosto de 2003, passou a ser atualizada semanalmente. 
    O público alvo da revista ComCiência é constituído por estudantes dos ensinos médio e universitário, por pesquisadores, docentes e pessoas interessadas em ciência de um modo geral. 
Fonte: SBPC




CADERNOS DA SBPC



Os Cadernos SBPC são publicações contendo documentos relevantes da história da SBPC, relatórios de grupos de estudo e de trabalho e registros dos debates das últimas reuniões anuais. 

Fonte: sbpcnet






REVISTA MICRO IN FOCO (MICROBIOLOGIA)




Fonte: SBM
      A Sociedade Brasileira de Microbiologia - SBM lançou em Julho de  2007 a Revista Microbiologia in foco, de publicação trimestral, com tiragem de 2000 exemplares na qual é distribuída gratuitamente em Departamentos de Universidades e Faculdades, indústrias, laboratórios e outros serviços ligados à Microbiologia. 
   A Microbiologia in foco é exclusivamente de informação e divulgação sobre fungos, bactérias e vírus nas várias áreas de abrangência da  Microbiologia divididas em várias seções, tais como:
- Resumos comentados de trabalhos científicos relevantes;

- Artigos de informação sobre temas relevantes;

- Ensino em Microbiologia;

- Comentários sobre livros;

-Homenagens a profissionais com destaque na fundação e crescimento da Sociedade Brasileira de Microbiologia;

- Departamentos em destaque: Notícias de interesse da Microbiologia; 

- Espaço aberto do leitor;

- Espaço da indústria;

- Informes publicitários: Espaço destinado a empresas.






REVISTAS DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE PATOLOGIA CLÍNICA

Fonte: SBPC
       Biblioteca Digital da SBPC/ML, site criado pela Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial com o objetivo de ser uma biblioteca na Internet que oferece a Associados da SBPC/ML e a não associados a possibilidade de acessar conteúdo científico, técnico e educacional de interesse para profissionais e estudantes do setor de diagnóstico laboratorial e saúde em geral.

OBS: é preciso se cadastrar (gratuito) para ter acesso ao conteúdo da biblioteca.



ARTIGOS CIENTÍFICOS PORTAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CITOPATOLOGIA


      A Sociedade Brasileira de Citopatologia (SBC) é uma sociedade médica sem fins lucrativos. Fundada em 1956, é filiada à Associação Médica Brasileira e tem como objetivo social e científico o atendimento aos interesses dos médicos citopatologistas e citotécnicos filiados. Além disso, dá apoio institucional e veicula informações pertinentes sobre citopatologia aos órgãos institucionais e ao público em geral.Conheça um pouco mais da história da SBC.








REVISTA ELETRÔNICA DE BIOMEDICINA AUTÓPSIA CLÍNICA (em espanhol)





                              SaBios - REVISTA DE SAÚDE E BIOLOGIA

    SaBios-Revista de Saúde e Biologia publica quadrimestralmente trabalhos científicos e informativos nas diversas áreas das Ciências da Saúde e Ciências Biológicas.
        SaBios - Journal of Health and Biology is a quaterly scientific journal, that publishes original and informative scientific papers in all fields of Health and Biological Sciences.



REVISTA BIOÉTICA

    A Revista Bioética é uma publicação científica idealizada pelo Conselho Federal de Medicina para fomentar a discussão multidisciplinar e plural de temas de bioética e ética médica, voltada à formação acadêmica e ao aperfeiçoamento constante dos profissionais de saúde. Sua linha editorial, bem como a composição e atuação do Corpo Editorial, são completamente independentes da plenária do CFM. Os autores são responsáveis pelas informações divulgadas nos artigos, que não expressam, necessariamente, a posição oficial do CFM.
      A Revista Bioética estimula a publicação de artigos decorrentes de pesquisa na área de Ciências da Saúde, Bioética e Ética Médica. Recebe também artigos de atualização e revisão nessas áreas; todos com até 6.000 palavras, conforme descrito nas Normas de Publicação.

     A Revista Bioética é filiada à Associação Brasileira de Editores Científicos (Abec) e indexada em:

Base de Dados da Literatura Latino-Americana e do Caribe de Informações em Saúde – Lilacs;
Latindex;
Periódica – Indice de Revistas Latinoamericanas en Ciencias;
DOAJ - Directory of open Access Journal.
Sumários de Revistas Brasileiras - Sumários.org


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BANCO DE SITES CIENTÍFICOS

SITES CIENTÍFICOS ONLINE

     Tendo em vista o grande número de sites, blogs e páginas da internet com materiais científicos de grande utilidade para professores e estudantes de Biomedicina e áreas afins, resolvemos criar uma lista com o endereço dos principais sites científicos brasileiros e internacionais, portanto, relacionamos abaixo o endereço eletrônico das sociedades, associações e instituições científicas com muito conteúdo interessante para que nossos visitantes tenham acesso ao que há de melhor no mundo científico nacional e internacional.




    O Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) conta atualmente com aproximadamente 150 docentes-pesquisadores, atuando em laboratórios de pesquisa altamente equipados. Estes docentes são oriundos das mais diferentes áreas de formação, sendo que a grande maioria (> 90%) trabalha integralmente a esta universidade, em regime de dedicação exclusiva ao ensino e à pesquisa, e todos têm titulação igual ou superior a Doutor. A sua grande maioria também já realizou estágio de pós-doutorado no país ou no exterior. O ICB conta também com uma equipe técnica, altamente capacitada, que garante o desenvolvimento da pesquisa de elevado nível científico no Instituto. Essa equipe é basicamente formada por funcionários, alunos de iniciação científica e pós-graduação, além de pós-doutores, que contribuem significativamente para o sucesso do trabalho científico, assim como para a formação de recursos humanos, curiosos em gerar conhecimento na área Biomédica.
    Como a maior parte da pesquisa do ICB é de fronteira, agências de fomento como a FAPESP, CNPq, FINEP, a própria USP e entidades internacionais financiam os muitos projetos. Todos esses recursos, apoiados por uma moderna infraestrutura, refletem-se na produção científica crescente em periódicos indexados. Apesar do foco dessas pesquisas ser principalmente voltado à Ciência Básica, vários dos trabalhos do ICB têm contribuído para a produção de conhecimento inovador, gerando patentes. Uma análise detalhada da produção científica do ICB é documentada em detalhes nos anuários da Instituição. Além da publicação de artigos em periódicos, a publicação de livros e de capítulos de livros pelos docentes do Instituto também é bastante expressiva. Em muitos desses casos essas publicações consistem em contribuição do conhecimento científico ao ensino superior do país.
Fonte: ICB-USP


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      A SBQ, fundada em Julho de 1977, é a principal sociedade de química do país e tem como objetivos o desenvolvimento e consolidação da comunidade química brasileira, a divulgação da Química e de suas importantes relações, aplicações e conseqüências para o desenvolvimento do país e para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos. 
     A Sociedade Brasileira de Química teve uma predecessora homônima, fundada e sediada no Rio de Janeiro. A primeira SBQ surgiu em 1922 e existiu até 1951, tendo sido bastante ativa na realização de congressos e na publicação de sua revista, inicialmente chamada Revista Brasileira de Chimica, mais tarde Revista da Sociedade Brasileira de Química (a grafia com Ch passou a Q em 1933). A revista foi lançada em 1929 e se publicou até 1951, quando se extinguiu a sociedade. A vinheta mostrada na reprodução dá o tom da época, quando os anúncios eram chamados de "reclames": este foi publicado no número de dezembro de 1931 da revista. 

Mais informações sobre a primeira SBQ podem ser obtidos em Quím. Nova, 1996,19, 445.

Fonte: SBQ


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SOCIEDADE BRASILEIRA DE BIOQUÍMICA E BIOLOGIA MOLECULAR 



      A SBBq foi fundada em 1967 por iniciativa de lideranças científicas da área de bioquímica. A idéia inicial era criar um espaço e organizar encontros em local e período determinados, para que os pesquisadores pudessem trocar experiências e transmitir os resultados de seus trabalhos.



          Esses encontros, sempre realizados em São Paulo, eram chamados de Seminários de Bioquímica, com conferências e debates, que incluíam desde a parte científica até a política e organização da sociedade.

      Em 1970 foi realizada uma reunião conjunta com a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – SBPC, em Salvador, Bahia. A Diretoria eleita para esse período decidiu então realizar as suas reuniões em Caxambu, por ser esta uma cidade aproximadamente eqüidistante do triângulo, que então produzia 90% da bioquímica brasileira: Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo.


        O I Encontro de Bioquímica, realizado em Caxambu, foi em 1972. Nessa época estavam presentes poucos pesquisadores, alguns convidados e cerca de um aluno por docente. Foram organizadas conferências plenárias e apresentações orais de cartazes. Os alunos de pós-graduação apresentavam os resumos de suas teses defendidas naquele ano.
   Em 1975, o evento começou a ser chamado de Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Bioquímica, a partir daí, os Encontros foram crescendo numa proporção jamais imaginada pelos primeiros sócios fundadores da Sociedade, tanto em número como em qualidade de trabalhos apresentados.

         Na XVII Reunião Anual, realizada em 1988, a Assembléia Geral Ordinária, referendou a mudança do nome da Sociedade para Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular.
     A SBBq teve um papel decisivo no crescimento e amadurecimento da bioquímica brasileira, durante os seus trinta e três anos de existência, propondo planos e ações que contribuíram para a formulação de políticas nacionais, para educação e para o desenvolvimento científico-tecnológico, principalmente nos aspectos mais relacionados a sua área específica de atuação... Leia mais


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SOCIEDADE BRASILEIRA DE MICROBIOLOGIA



    A Sociedade Brasileira de Microbiologia é uma entidade civil sem fins lucrativos, de caráter científico, fundada em 28 de setembro de 1956. 


      A SBM atua em microbiologia básica e aplicada, que podem ser subdivididas em áreas de acordo com os avanços científicos de cada setor. Para tanto ela reúne representantes de diferentes áreas da Microbiologia: Microbiologia industrial, Biotecnologia, Micologia, Micotoxinas, Microbiologia Ambiental, Microbiologia de Alimentos, Microbiologia de Solos, Microbiologia Médica Humana, Microbiologia Clinica, Infecção Hospitalar, Microbiologia Veterinária, Relação Parasita-hospedeiro, Virologia e Ensino de Microbiologia. 

      A SBM organiza e promove Simpósios, Congressos e Cursos de diferentes áreas em diferentes pontos do País. A cada dois anos, a SBM promove o Congresso Brasileiro de Microbiologia (CBM), onde congrega as diferentes áreas da microbiologia, com a participação de cerca de 3.000 pessoas, incluindo-se cientistas, professores, estudantes, profissionais liberais e outros interessados. O Congresso é constituído de simpósios, conferências, mesas-redondas, apresentação oral detrabalhos e apresentação de “posters” e abrange todas as áreas da microbiologia básica e aplicada (médica, veterinária, ambiental, industrial, alimentos, ensino de microbiologia e coleções de culturas biológicas). Prêmios SBM de Mérito Científico são dados aos trabalhos selecionados por uma comissão internacional. O CBM prima pela abrangência dos temas discutidos, a excelência das apresentações, a intensa participação da comunidade de microbiologistas do país e de vários outros países, bem como a descontração do ambiente. Esses fatores transformaram o evento num interessante e inesquecível fórum de troca de conhecimentos e de confraternização.
Fonte: SBM


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SOCIEDADE BRASILEIRA PARA O PROGRESSO DA CIÊNCIA (SBPC)




    

A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) é uma entidade civil, sem fins lucrativos nem cor político-partidária, voltada para a defesa do avanço científico e tecnológico, e do desenvolvimento educacional e cultural do Brasil. Desde sua fundação, em 1948, a SBPC exerce um papel importante na expansão e no aperfeiçoamento do sistema nacional de ciência e tecnologia, bem como na difusão e popularização da ciência no País.


Sediada em São Paulo, a SBPC está presente nos demais estados brasileiros por meio de Secretarias Regionais. Possui cerca de 98 sociedades científicas associadas e mais de 6 mil sócios ativos, entre pesquisadores, docentes, estudantes e amigos da ciência.


A SBPC participa ativamente de debates sobre questões que determinam os rumos das políticas de C&T e da educação no Brasil. Possui representantes oficiais em mais de 20 conselhos e comissões do governo federal, a exemplo do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (CCT) e da Comissão Nacional de Biodiversidade (Conabio); e periodicamente institui grupos de trabalhos – compostos por cientistas renomados em suas especialidades – com o objetivo de estudar e apresentar propostas para um problema específico.


Anualmente, a SBPC realiza diversos eventos, de caráter nacional e regional, com o objetivo de debater políticas públicas de C&T e difundir os avanços da ciência nas diversas áreas do conhecimento. Por meio das Secretarias Regionais, são realizadas ainda outras atividades de difusão científica. A entidade também contribui para o debate permanente das questões relacionadas à área por meio de diversas publicações.
Fonte: SBPC


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SOCIEDADE BRASILEIRA DE BIOFÍSICA


Em 1936 sob a liderança do Professor Barbosa Vianna, 19 professores se reuniram na então Escola de Medicina da Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro com o objetivo de promover encontros entre estudantes e pesquisadores para discutir Biofísica através de cursos, conferencias e congressos. Estava criada a Sociedade Brasileira de Biofísica.

Após um período de recesso, a Sociedade foi reativada em 1963 pelo professor Carlos Chagas Filho e um grupo de colaboradores do Instituto de Biofísica, no antigo prédio da Faculdade Nacional de Medicina,da UFRJ, na Praia Vermelha. Com a partida do professor Chagas, em 1965, para a França, ocupando o posto de Embaixador do Brasil junto à UNESCO, a Sociedade ficou inativa. Em 1975, um grupo de professores e alunos de Pós-Graduação do Instituto de Biofísica que fora transferido para o CCS na Cidade Universitária-Ilha do Fundão, decidiu reativar a sociedade com a sigla SBBf. O grupo contou com a anuência do professor Chagas que, de volta à UFRJ, como Decano do CCS, foi eleito presidente da SBBf, por aclamação, para o Biênio 1976-1977, sendo Secretária Geral Aída Hassón-Voloch. 

Decidiu-se então que as Diretorias seriam eleitas para um biênio e a direção da sociedade compreenderia um Conselho Fiscal e um Conselho Consultivo, todos eleitos conjuntamente. A SBBf conta com três tipos de associados: sócios eméritos, efetivos e aspirantes.

A 1ª Reunião da sociedade foi realizada em dezembro de 1976, no CCS da UFRJ e o livro de resumos dos trabalhos apresentados foi editado pela Academia Brasileira de Ciências. A partir de então, a SBBf passou a se reunir anualmente, tendo sua direção se transferido, com as diretorias eleitas, para Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), São Paulo (SP), Aracaju (SE), Rio de Janeiro (RJ) e, presentemente, Ribeirão Preto(SP). 

Em 1977, a SBBf filiou-se à International Union of Pure and Applied Biophysics (IUPAB) por intermédio de Richard Keynes, seu Secretário geral. Os Congressos Internacionais são realizados cada quatro anos e os sócios da SBBf têm participado ativamente. 

Com a organização da Federação das Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE), em 1986, a Diretoria da SBBf , então presidida por Eduardo Penna Franca, decidiu que os Congressos da Sociedade Brasileira de Biofísica, a partir de 1987, seriam organizados conjuntamente com os da FESBE, o que vem acontecendo, com sucesso, até a presente data.
Fonte: SBBF

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A Sociedade Brasileira de Parasitologia (SBP) foi fundada em julho de 1965. Juridicamente registrada como "Sociedade Brasileira Técnico-Científica de Parasitologia SBP", uma sociedade civil, sem fins lucrativos, que congrega parasitologistas do Brasil e de outros países. Filiada junto a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a Federação Latino-Americana de Parasitologia (FLAP) e a Federação Mundial de Parasitologia (WFP).

Reconhecida como sendo de utilidade pública, esta sociedade visa estimular a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico nas áreas de Parasitologia Médica, Veterinária e Agrícola.

Além de promover eventos científicos, a SBP realiza bianualmente o importante Congresso Brasileiro de Parasitologia. Através da troca de experiências e o intercâmbio de descobertas e avanços científicos a SBP, também, tem contribuído para o surgimento de alternativas de prevenção e controle no setor de vigilância epidemiologica do nosso país.




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         A Sociedade Brasileira de Virologia (SBV), fundada em 1986, congrega profissionais da área da saúde, pesquisadores e estudantes que atuam nas diversas áreas da virologia no Brasil. 
     A SBV promove reuniões científicas anuais onde a comunidade científica tem a oportunidade de participar e discutir diversos temas de relevância na área. 
    O periódico Virus Reviews and Research, agora com seu conteúdo totalmente disponibilizado para consulta online, é o órgao oficial de divulgação da sociedade.
A SBV é constituida pelos sócios, Diretoria Executiva, representantes de áreas e conselho fiscal. Fonte: SBV



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ARTIGO DE REVISÃO


Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical 33(3):281-301, mai-jun, 2000


Bactérias gram-positivas problemas: resistência do estafilococo, do enterococo e do pneumococo aos antimicrobianos 

Autor: Walter Tavares


Resumo: O autor faz uma revisão da resistência dos estafilococos, enterococos e pneumococos, enfocando os primeiros relatos, ocorrência mundial, mecanismos genéticos e bioquímicos da resistência, situação no Brasil e alternativas terapêuticas. Destaca os fatores envolvidos e contribuintes para a disseminação da resistência destas bactérias gram positivas problemas. Alerta para a importância da resistência na terapêutica das infecções por estes microrganismos e registra a necessidade de medidas para o seu controle.

Para ter acesso ao artigo na íntegra CLIQUE AQUI.




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quinta-feira, 11 de abril de 2013

O QUE É NANOTECNOLOGIA


NANOTECNOLOGIA?



É a capacidade de criar objetos de qualidade superior aos existentes hoje, a partir da organização dos átomos da forma desejada.

Durante uma palestra para a Sociedade Americana de Física em 1959, o físico americano Richard Feynman (1918-1988) apresentou seu projeto para uma nova pesquisa. O estudo era baseado na possibilidade de poder organizar os átomos da maneira que desejarmos. Porém essa idéia era muito avançada para época. Após trinta anos, a idéia de Feynman toma forma na ciência do muito pequeno, a nanotecnologia, denominada dessa forma porque seus objetos de estudo costumam ser medidos em nanômetros. Um nanômetro (nm) equivale a um bilionésimo de metro.

A pergunta de Richard Feynman foi: O que aconteceria se pudéssemos mover os átomos? Obteve uma resposta que foi dada pelos cientistas que os manipulam hoje. Segundo os cientistas, através de uma provável manipulação da movimentação do átomo, seria possível construir supercomputadores que caibam no bolso, colocar microssondas para fazer testes sangüíneos dentro do corpo humano, etc. Tudo isso gira em torno de previsões e suposições, as quais poderão torna-se realidade em aproximadamente uma década.

A nanotecnologia hoje engloba muitas áreas de pesquisa, dos diversos setores da indústria e das áreas estratégicas. O desenvolvimento da nanotecnologia é de extrema importância para o Brasil como para Portugal, levando em consideração que tanto a indústria brasileira como a portuguesa terão de competir internacionalmente com novos produtos, para que suas economias se recuperem e retomem o crescimento econômico. Essa competição se tornará bem sucedida a partir do surgimento de produtos e processos inovadores, que se comparem ou, até mesmo, superem os melhores produtos oferecidos pela indústria internacional.

Um dos grandes problemas que poderá ser gerado pela nanotecnologia é a nanopoluição, gerada por nanomateriais ou durante a confecção desses. Esse tipo de poluição, composta por nanopartículas, pode ser mais perigosa do que a poluição existente no planeta, uma vez que pode flutuar facilmente pelo ar viajando por grandes distâncias. Pelo fato dos nanopoluentes não existirem na natureza, provavelmente as células não terão as armas necessárias para lidar com eles, provocando danos ainda não conhecidos.

Por Eliene Percília
Equipe Brasil Escola

Assista o video e aprenda mais.