segunda-feira, 28 de outubro de 2013

UROANÁLISE

 

Mecanismo de Funcionamento do Sistema Urinário

 
 

 
 
 
 
 
Para assistir o vídeo com legendas em português, siga os 4 passos abaixo.
 
 
OBS: caso o vídeo não tenha o botão "CC" significa que não existe legenda disponível para ele.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

CITOLOGIA

Vídeo que mostra todas as fases da divisão Celular por Mitose:

  • Interfase
  • Profase
  • Prometafase
  • Metafase
  • Anafase
  • Telofase
  • Citocinese


sexta-feira, 18 de outubro de 2013

GENÉTICA MOLECULAR

REPLICAÇÃO E TRADUÇÃO DO DNA

Animação em inglês que mostra com riqueza de detalhes todo o processo de replicação e tradução do DNA. 
 

 





OBS: Para assistir o vídeo com legendas em Português siga os 4 passos abaixo:
 
 









 

VIROLOGIA

HIV NO SANGUE

Vídeo animado muito interessante  e de fácil compreensão que mostra um rápido resumo de como nosso Sistema Imunológico trabalha para proteger nosso corpo contra uma infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Adquirida (HIV).

 








REPLICAÇÃO DO VÍRUS DA IMUNODEFICIENCIA ADQUIRIDA (HIV)

Todo processo de replicação do HIV e também o mecanismo de ação de alguns antivirais você encontra neste super vídeo.

 



OBS: para assistir o vídeo com legendas em português siga os 4 passos abaixo:






 

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

EFEITO DO VENENO DE COBRA NO SANGUE HUMANO

    




Por em 15.10.2013 as 14:45   

    Um vídeo que mostra os efeitos imediatos no sangue humano ocasionados pelo veneno da cobra conhecida como víbora de Russel (Daboia russelii) está fazendo sucesso na internet.
Produzido na Índia, o filme possui pouco mais de um minuto e é narrado em inglês, com uma dublagem em russo por cima. Apesar da dificuldade em entender o que é dito pelas pessoas, os internautas parecem ter gostado do que as imagens mostram. Desde que foi postado, na metade do ano, o vídeo já recebeu mais de 10,8 milhões de visualizações.

     O pesquisador é filmado retirando o veneno da cobra, muito comum naquela região do mundo, e transferindo pequenas gotas para um recipiente que contém uma amostra de sangue humano. Em pouquíssimos instantes, o sangue coagula e passa a ter um aspecto de gelatina. Pelas imagens, impressiona a rapidez com que o processo de coagulação acontece, assim como a aparência totalmente incomum que o sangue humano adquire.

      A espécie é responsável por causar diversas mortes na Índia devido à sua grande presença em áreas bastante populosas do país. Acredita-se que a quantidade de veneno mostrada no vídeo é o suficiente para matar uma pessoa.
Confira abaixo o vídeo. Infelizmente, a tradução de legendas nesse caso não ajuda em nada na compreensão do que está sendo dito.



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Capturado online http://hypescience.com/o-impressionante-efeito-do-veneno-de-cobra-no-sangue-humano-video/ em 15/10/2013.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

CURA DO HERPES VÍRUS

 Por em 24.09.2013 as 14:00
 
 
 
 
O citomegalovírus (CMV) é um tipo muito comum de vírus do herpes. Estima-se que cerca de 70% da população carregue o CMV no corpo, e, embora ele geralmente não cause a doença, pode diminuir até 3,7 anos da expectativa de vida. A boa notícia é que pela primeira vez cientistas conseguiram remover esse vírus da corrente sanguínea.
Em pessoas com sistema imunitário enfraquecido, o vírus pode causar adoecimento grave e até mesmo cegueira. Se uma pessoa com essas condições precisar de um transplante de medula óssea, há grandes chances de o único doador disponível carregar o CMV, o que é extremamente frequente.
     
Pesquisadores encontraram a solução para este problema com a utilização de uma droga que é usada no tratamento do câncer, a vincristina.

 

Pesquisa

Quando o CMV está dormente, ele expressa um amontoado de genes, entre eles o UL138. Para investigar o que esse gene em específico faz com as células, pesquisadores da Universidade de Cambridge (Reino Unido) o cultivaram junto com células humanas saudáveis na presença de aminoácidos marcados – as matérias-primas usadas para a produção de proteínas. Depois, os pesquisadores usaram espectrometria de massa para identificar como o UL138 alterou a expressão de proteínas nas células.
“Sabemos que o vírus remodela a superfície da célula, por isso nos perguntamos: quais são as proteínas na superfície da célula e como o CMV as altera?”, explica Paul Lehner, que coordenou a pesquisa.
No estudo, o citomegalovírus diminuiu a produção de uma proteína chamada MRP1, que bombeia elementos químicos tóxicos para fora das células – incluindo a vincristina, um remédio usado contra o câncer.

 

Tratamento

Os pesquisadores perceberam que, como as células infectadas não poderiam eliminar a vincristina, talvez a droga pudesse matar o vírus. E foi realmente isso que aconteceu, quando a equipe colheu amostras de sangue com CMV de 15 voluntários e as tratou com a droga. O vírus foi drasticamente reduzido e desapareceu, em alguns casos.
Pesquisadores apontam que a vincristina pode ter efeitos secundários graves, por isso é improvável que seja usada para acabar com o citomegalovírus em pessoas saudáveis. No entanto, a droga poderá ser usada para tratar o sangue do doador de medula óssea antes de transplantes.
 
 
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Texto e imagem capturado on-line de http://hypescience.com/cura-do-herpes-virus-e-removido-da-corrente-sanguinea-pela-primeira-vez/ em 25 de setembro de 2013

quarta-feira, 5 de junho de 2013

A evolução pode se reverter?


Há muito tempo biólogos se perguntam se é possível que as proteínas presentes em nossos corpos voltem às suas antigas formas e funções, abandonadas há milhões de anos. Ao examinar a evolução de uma proteína, uma equipe de cientistas afirma que a resposta a essa questão é não, pois novas mutações tornam uma “involução” praticamente impossível.
O primeiro cientista a levantar esta questão foi o belga Louis Dollo, que em 1905 afirmou que um organismo nunca retorna a seu estado anterior. Para confirmar se Dollo estava certo, Joseph Tornton e sua equipe da Universidade de Oregon, nos Estados Unidos, fizeram um experimento para analisar a possibilidade da evolução reversa em um nível molecular.
A pesquisa foi feita com base em proteínas chamadas de receptores de glicocorticóides , que ajudam humanos e praticamente todos os vertebrados a lidar com o stress ao utilizar um hormônio chamado de cortisol e “ligando” os genes de defesa contra o stress. Comparando o receptor a outras proteínas semelhantes, os cientistas reconstruíram a história dos receptores de glicocorticóides.
Há aproximadamente 450 milhões de anos, ele existia em um formato diferente, que permitia que ele pegasse vários hormônios, mas era fraco para pegar o cortisol. Durante 40 milhões de anos, o receptor mudou de formato, tornando-se muito sensível ao cortisol e insensível a outros hormônios.
Durante esses 40 milhões de anos, o receptor mudou em 37 pontos, sendo que apenas dois fizeram com que ele ficasse sensível ao costisol. Outros cinco passaram a impedir que ele se agarrasse a outros hormônios. Quando o receptor sofreu estas sete alterações, ele se tornou igual receptor de glicocorticóides que existe atualmente.
Thornton ponderou que, revertendo esta ação, ele poderia transformar o receptor atual em um ancestral, porém, para sua surpresa, o experimento de reversão falhou. Depois da primeira experiência, os cientistas perceberam que as moléculas haviam sofrido mais cinco alterações que não tinham sido percebidas antes.
De acordo com o pesquisador, as mutações nas moléculas devem ter ocorrido em duas fases, na primeira adquirindo as sete mutações que as tornaram sensível ao cortisol, e na segunda adicionando reentrâncias na estrutura dos receptores de glicocorticóides, mutação chamada pelo pesquisador como “alterações restritivas”.
Quando os cientistas tentaram trazer a molécula de volta à sua forma ancestral, essas modificações de sua estrutura impediram o processo. Thornton acredita que, com as mutações restritivas, ficou praticamente impossível que o receptor retornasse à sua forma anterior.
Ainda não há certeza se as proteínas têm tamanha dificuldade em evoluir de volta ao seu estado anterior, mas Thornton afirma acreditar que sim. Porém, o pesquisador também não descarta a possibilidade de uma involução em organismos que sofreram mutações simples. Quando os novos traços são formados por mutações mais conectadas, a complexidade é maior, e extingue a possibilidade de uma evolução reversa, de acordo com o biólogo.


Fonte: HypeScience